sexta-feira, 27 de agosto de 2010

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

1968 : Porsche 911 T (nº43)













Este Porsche consegui a vitória na classe e o 12º lugar na geral.

1951 : Jaguar XK 120 C (nº20)



Trabalha-se rapidamente e bem a Coventry.Dos XK 120 de 1950 sómente restou o motor e suspensão da frente. Enquanto que Harry Weslake "encheu" o 6 cilindros que libertou mais de 200 cv. Heynes construiu um chassis tubular e estudou uma carroçaria envolvente. O XK 120 C (C = Competição) nasceu. O Jaguar estão longe de ser os mais potentes, mas são os mais aerodinâmicos, os que consomem menos e , com a ajuda de Moss , os mais rápidos!
Na partida, o nº22 de Moss lançou-se ao ataque do Talbot de Gonzales. Após 5 voltas, o argentino se inclina e Stirling continua a atacar até que o seu motor cede. A lebre cumpriu perfeitamente o seu papel: quando Moss se retira, os dois melhores Talbot estão condenados e a via está livre para a vitória do nº20 de Walker e Whitehead. (texto Christian Moity - Les 24 Heures du Mans 1949-1973).



O vencedor da prova com o chassis XKC003 e matricula 153RW foi conduzido por dois Peters : Walker e Whitehead.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

1932 : Alfa Romeo 8 C (nº8)





A carroçaria dos spider de série de chassis curto foi confiada aos carroçadores mais competentes da época como Figoni, Zagato, Brianza ou Touring. Sigoni trabalhou os três spider corsa oficiais inscritos em Le Mans, que beneficiavam de uma distancia entre eixos longa por causa do regulamento que obrigava os veiculos de uma cilindrada superior a 1500 cc a disporem de quatro lugares. A Automobili Alfa-Romeo fez alinhar dois 8 C: o nº10, conduzido por Ferdinando Minoia/Carlo Canavesi, e o nº11, pilotado por Giovanni-Battista Guidotti e Franco Cortese.Apesar de ter sido inscrito pela equipa do príncipe Djordjadze com os pilotos Guatta e Attilio Marimoni, o nº14 foi considerado veículo oficial. O nº9, dos vencedores da edição anterior, Lorde Howe/Sir Birkin, e o nº12, dos franceses Pierre Louis-Dreyfus/Antoine Schumann , também foram considerados preparados pela fábrica. Como história curiosa, convém acrescentar que louis-Dreyfus se inscreveu como sempre com o seu pseudónimo "Heldé", enquanto Schumann escolheu o de "Ano Nime". Quanto ao nº8, propriedade de Raymond Sommer e inscrito sob o seu nome, foi soberbamente preparado por um tal...Luigi Chinetti! Com uma carenagem que oferecia uma tomada de ar ao radiador colocado mais à frente, uma carroçaria aligeirada e um minucioso trabalho nas aletas dianteiras, foi este o carro que venceu a prova contra todas as expectativas

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

2006 : Aston Martin DBR (nº009)









A participação portuguesa nas 24 Horas se Le Mans 2006 foi uma das mais interessantes até de sempre, embora não tenha sido a mais numerosa [4]. A figura principal era obviamente a presença de Pedro Lamy ao volante do Aston Martin DBR9 oficial, no entanto, a novidade seria a participação, pela primeira vez, de uma equipa portuguesa e logo na LMP2, a categoria 2 de Le Mans – a ASM Team.Pedro Lamy, estrela principal do panorama automobilístico português dos últimos anos, regressava de novo a Le Mans integrada na equipa oficial da Aston Martin. A Aston, que tão boa conta de si tinha dado nas provas de endurance da Europa, sempre que se deslocava à América, acabava por ser regularmente batida pelos Corvette C6-R da americana Corvette Racing. A Prodrive, preparador dos DBR9, realizou várias alterações no GT britânico com vista a melhorar a sua performance. Por outro lado, a Aston decidiu também, mas apenas para a corrida de Le Mans, substituir o seu fornecedor de pneus, trocando os Pirelli (que eram pouco competitivos na terra do tio Sam) pela Michelin. Estas alterações provaram-se acertadas logo nos treinos conjuntos, com ambos os Aston Oficiais a bater o melhor Corvette por 2 segundos. Enge (Cz)/Piccini(Ita)/Turner(GB) no Aston Martin DBR9 nº007 fica com o melhor tempo, enquanto que Lamy, acompanhado do francês Stephane Sarrazin e do monegasco Stephanne Ortelli no Aston nº009 com o segundo melhor tempo.A performance repetiu-se nas qualificações, assim como as posições. Tudo parecia correr de feição para a Aston Martin vingar-se das humilhações com que a Corvette a tinha brindado nas corridas da ALMS. Logo no arranque, Pedro Lamy, ao volante do Aston nº009, surpreende o seu companheiro de equipa e coloca-se na frente da corrida dos LMGT1, com o Corvette nº 64 de Gavin (GB)/Beretta (Mon)/Magnussen (Din) logo a seguir, passando o português ao fim de 5 voltas e mantendo-se no comando durante 6 horas em ritmo de sprint, com o DBR9 nº009 nunca a mais de 1 minuto de distância (tirando as alturas das idas às boxes para mudança de pneus e reabastecimento). Passadas essa 6 horas, e de novo com Lamy ao volante, o Aston volta de novo à liderança mas com o Corvette nº64 também sempre por perto, à procura de uma falha do Aston nº009. E assim se manteve até ao meio da prova, altura em que Ortelli, e depois Lamy, começam a cavar um fosso de 1 volta, que lhes permitia um pouco de margem de manobra. No entanto, um verdadeiro golpe de teatro ainda estaria para acontecer.A 3 horas do fim da prova, e quando todos já esperavam por uma vitória do Aston Martin nº009, e a primeira de um piloto Português em Le Mans, seguindo ainda na 4ª posição geral, um problema de embraiagem obriga-os a uma paragem de 50 minutos nas boxes. Estava desfeito o sonho. O Aston ainda volta à pista e acaba a corrida, mas o 4º lugar da LMGT1 e 10º da geral, sabe a pouco depois de ter estado com a vitória na mão. A classe acabou por ser ganha pela sombra de Lamy/Sarrazin/Ortelli – o Corvette nº 64.


Texto: AutoSport
Fotos : Le Mans History

2006 : Audi R 10 TDI - Audi Sport Team Joest - nº8








Driven by: Frank Biela (D)/Emanuele Pirro (I)/Marco Werner (D)
Result: winner - (215.409 kph) - margin: 4 laps

Grid: 2nd (3:30.584)